domingo, 2 de outubro de 2011

Eu quero a sorte de um amor tranquilo?

Um tempo atrás tava rolando no facebook uma corrente que dizia o que era namorar. Coisas tipo " cuidar do outro, telefonar só para dizer bom dia, ir ao cinema de mãos dadas, blá blá blá",  e meu. BOOOOOOOOORING. E eu me dei conta que nem quando estava apenas começando a reparar nos  meninos, na época mais ingênua da minha vida, eu acreditava nesse tipo de relacionamento bonitinho, fofinho, cuti-cuti, etc. Sempre fui muito cética quanto a isso.
Daí que essa semana eu ouvi o último álbum do Filipe Catto. E meu. Se é pra morrer, que morra você, ah meu amor. E eu me dei conta que eu não sinto falta de namorado. Eu sinto falta é desse sofrimento. Dessa vontade de pular no rio. De me rasgar no meio. De chorar por um "amor" que, no fundo, eu sempre soube que era inventado. Eu sinto falta é desse mal que estar apaixonada me traz - sempre me trouxe. Eu quero é SOFRER. 
Enfim. Aquele momento tenso em que você percebe o quão louca você é. Agora, só me resta a coragem de me jogar de novo, como se não houvesse amanhã. Pq é ISSO o que eu quero.




Amor tranquilo o caralho. Meu negócio é, e sempre foi, um belo dum bad romance.

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